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São Domingos do Norte,18/02/2026

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    Vacina desenvolvida por Tatiana Sampaio pode fazer paraplégicos voltarem a andar

    Cientista brasileira Tatiana Sampaio desenvolve substância experimental que pode fazer paraplégicos voltarem a andar


    Vacina desenvolvida por Tatiana Sampaio pode fazer paraplégicos voltarem a andar Tatiana Sampaio Crédito: Divulgação

    A cientista brasileira Tatiana Sampaio está à frente de um dos avanços mais promissores da medicina nacional nas últimas décadas. Após quase 30 anos dedicados à pesquisa básica e aplicada, ela coordenou o desenvolvimento da polilaminina, uma substância experimental derivada de proteína da placenta capaz de estimular a reconexão de neurônios lesionados na medula espinhal.

    O estudo é conduzido na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e coloca o Brasil no centro do debate internacional sobre regeneração neural — uma das áreas mais desafiadoras da medicina contemporânea.


    Resultados iniciais animadores

    Os primeiros testes realizados em humanos indicaram resultados considerados animadores pela comunidade científica. Pacientes com lesões graves, incluindo quadros de tetraplegia, apresentaram recuperação de sensibilidade e retomada de movimentos que, até então, eram vistos como improváveis dentro dos limites da medicina tradicional.

    Embora ainda em fase experimental, os dados preliminares apontam para um novo caminho no tratamento de lesões medulares, condição que impacta profundamente a qualidade de vida de milhares de pessoas no Brasil e no mundo.

    Especialistas destacam que a substância atua estimulando a reorganização e reconexão de circuitos neurais danificados, abrindo uma possibilidade concreta — ainda em desenvolvimento — de recuperação funcional.


    Próximos passos e aprovação regulatória

    Apesar do entusiasmo gerado pelos resultados iniciais, a polilaminina ainda precisa avançar em novas etapas de testes clínicos para comprovação definitiva de segurança e eficácia. Somente após esse processo poderá buscar autorização de órgãos reguladores, como a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), para eventual uso terapêutico em larga escala.


    Ciência brasileira em destaque

    Além do impacto científico, o trabalho liderado por Tatiana Sampaio reforça o papel estratégico das universidades públicas na produção de conhecimento e inovação. A pesquisa evidencia a capacidade da ciência brasileira de desenvolver soluções de alta complexidade e relevância social.

    Se confirmados nas próximas fases, os avanços podem representar uma mudança histórica na medicina regenerativa e oferecer uma nova perspectiva para pacientes que convivem com lesões medulares.

    A descoberta ainda está em desenvolvimento, mas já reacende uma esperança que, por muito tempo, parecia distante: a possibilidade real de recuperação após a paralisia.

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