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São Domingos do Norte,07/02/2026

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    64 mortos e 81 presos: polícia dá resposta dura ao Comando Vermelho no Rio


    64 mortos e 81 presos: polícia dá  resposta dura ao Comando Vermelho no Rio

    O Estado reagiu com firmeza. Em uma operação conjunta realizada nesta terça-feira (28), nas comunidades do Complexo do Alemão e da Penha, cerca de 2,5 mil agentes da Polícia Civil, Polícia Militar e do Ministério Público do Rio mobilizaram recursos e inteligência para ferir de morte a máquina criminosa do Comando Vermelho (CV). O saldo operacional divulgado pelas autoridades aponta 64 mortos — entre eles quatro policiais que deram a vida no cumprimento do dever — e 81 presos, além de grande quantidade de armamento pesada apreendida.

    A ofensiva foi planejada para desarticular uma organização que vinha transformando favelas em corredores logísticos para o tráfico de drogas e armas, ameaçando a vida de moradores e a segurança de toda a cidade. Segundo os relatos oficiais, o grupo vinha ampliando seu poder de fogo e usando as comunidades como base para movimentações ilícitas que colocavam em risco rotas urbanas e a integridade de civis.

    Polícia em ação foi resposta necessária

    As equipes entraram com mandados, inteligência e equipamentos: blindados, helicópteros, drones, cães farejadores e bloqueios estratégicos. O resultado prático — além das prisões — foi a apreensão de dezenas de fuzis, pistolas, granadas e insumos usados para sustentar a cadeia do crime. Para quem vive na linha de frente da segurança pública, a operação comprovou que ação articulada e inteligência integrada fazem a diferença na contenção de facções que se armaram para dominar territórios.

    Não se pode ignorar o fato: o crime organizado não tem apenas “vítimas”; tem responsáveis por transformar bairros em zonas de violência, por financiar e executar atentados, por traficar armas e narco-dinheiro que corroem comunidades. A ação policial teve como alvo justamente esses líderes e estruturas — os verdadeiros culpados pela deterioração da segurança.


    Respeito aos mortos  apoio aos heróis

    Entre os mortos estão profissionais que saíram de casa para proteger a população e não voltaram. Às famílias dos policiais mortos e aos agentes feridos, cabe o reconhecimento da sociedade: amparo, assistência e o compromisso institucional de que seu sacrifício não será em vão. A polícia também deve e precisa prestar contas — a sociedade exige transparência no uso da força e que todo procedimento seja investigado dentro da lei. Só assim o comando do Estado mantém legitimidade para atuar firmemente.

    Comunidades e a necessidade de proteção

    Os moradores das comunidades sofreram com o confronto, claro — mas é preciso distinguir as vítimas do crime dos responsáveis pelo crime. Boa parcela da população local quer paz, trabalho e serviços públicos. A presença do crime organizado, com arsenais e comandantes, foi o que transformou o cotidiano em risco. Remover as lideranças criminosas e desarticular suas rotas é condição para que a vida da comunidade possa voltar à normalidade.

    Que venha o desmonte das estruturas financeiras

    Prender milicianos e apreender armas é apenas parte da resposta. É preciso também investigar as fontes de financiamento, os operadores financeiros e as rotas logísticas que sustentam o crime. A operação desta terça-feira mostrou que, quando Estado e instituições atuam juntos, é possível alcançar resultados contundentes — e que esses resultados têm de ser seguidos por investigações que levem a condenações e ao enfraquecimento permanente das facções.

    Conclusão atuação firme, lei e proteção

    A operação nos complexos do Alemão e da Penha marca um momento decisivo na luta contra o crime organizado na capital. Os números e as apreensões demonstram que a iniciativa foi dirigida ao coração do problema: os bandidos e suas estruturas. Agora, cabe ao poder público dar sequência com transparência, justiça e medidas de proteção às comunidades e às famílias dos profissionais que tombaram.














    A sociedade exige segurança: que o caminho seja pela lei, pela inteligência e pela coragem de quem arrisca a vida para garantir a paz. E que os responsáveis pelo terror voltem a responder, na cadeia, por seus crimes.

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