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São Domingos do Norte,25/02/2026

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    Ricardo Ferraço ou Lorenzo Pazolini? Quem está mais preparado para liderar o agro capixaba?


    Ricardo Ferraço ou Lorenzo Pazolini? Quem está mais preparado para liderar o agro capixaba? Foto: Reprodução/internet

    O agronegócio capixaba, responsável por movimentar bilhões de reais por ano e sustentar milhares de famílias no interior do Espírito Santo, deve ter papel decisivo no debate político que se aproxima. Entre os nomes que surgem nas análises de lideranças do setor estão o vice-governador Ricardo Ferraço e o prefeito de Vitória, Lorenzo Pazolini, dois perfis com trajetórias distintas na administração pública.

    Ricardo Ferraço construiu carreira com forte presença no cenário estadual e nacional, tendo exercido mandatos no Legislativo e funções no Executivo. Antes de ser eleito vice-governador, ocupou a Secretaria de Estado da Agricultura, Abastecimento, Aquicultura e Pesca (Seag) entre 2003 e 2006, durante o primeiro mandato do então governador Paulo Hartung. À frente da pasta, esteve diretamente envolvido na formulação e execução de políticas públicas voltadas ao fortalecimento da agricultura familiar, modernização da produção, incentivo às cadeias do café e da pimenta-do-reino, além de ações estruturantes para o interior do Estado. A experiência no comando da área é frequentemente apontada como um diferencial quando o debate envolve conhecimento técnico e interlocução com produtores e cooperativas.

    Ao longo dos anos, Ferraço manteve proximidade com lideranças regionais e entidades representativas do campo, ampliando sua inserção nas pautas ligadas à infraestrutura rural, crédito e logística de escoamento da produção.

    Já Lorenzo Pazolini consolidou sua trajetória inicialmente na área jurídica e, posteriormente, na administração municipal. À frente da Prefeitura de Vitória, sua gestão tem foco predominante em demandas urbanas, organização fiscal e prestação de serviços públicos na capital. Embora mantenha diálogo institucional com diversos setores da economia, sua experiência administrativa está concentrada no ambiente urbano.

    Analistas avaliam que o agronegócio capixaba exige capacidade de articulação política, conhecimento das cadeias produtivas e experiência administrativa voltada ao interior. Nesse cenário, o histórico de atuação direta na área agrícola passa a ser um dos elementos observados por lideranças e eleitores na hora de avaliar qual perfil melhor dialoga com os desafios e oportunidades do campo capixaba.

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